A precariedade habitacional na Macrometrópole Paulista

Camila D’Ottaviano, Suzana Pasternak e Ângela Luppi Barbon, pesquisadoras do Observatório das Metrópoles Núcleo São Paulo, são autoras do artigo Precariedade habitacional na Macrometrópole Paulista: um primeiro olhar a partir dos Níveis de Integração.

Apresentado  durante o  Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (XVIII ENANPUR) em Natal, o trabalho investiga o comportamento da precariedade habitacional na expansão da metrópole tradicional, procurando identificar novas formas de desigualdade territorial.

A pesquisa teve por objetivo responder as seguintes perguntas:

  • Qual é a cara da precariedade habitacional nessa metrópole espraiada?
  • Tem localizações especiais?
  • Suas características mudaram em relação às áreas precárias da metrópole tradicional?
  • A nova configuração macrometropolitana do território influencia a localização, configuração e características das áreas precárias?
  • É possível identificar mudanças significativas ou um comportamento tipo ao longo do último período intercensitário?

Segundo as pesquisadoras, a análise por nível de integração pode elucidar se os municípios com dinâmica mais metropolitana seriam realmente os que mais apresentam favelas – a precariedade habitacional não pode ser reduzida apenas às moradias faveladas, porém este é um indicador disponível para todos os municípios e segue a mesma definição nos diversos censos.

Uma das conclusões apresentadas, é que a análise dos dados sobre aglomerados subnormais por nível de integração mostra a urgência de intervenção nos aglomerados com níveis de integração muito alto e alto, com favelas ainda pouco densas e com algum espaço livre, mas em franco processo de crescimento e adensamento.

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