Modos de dizer a cidade contemporânea: Salvador

Baianas no Pelourinho (imagem simbólica de Salvador)

A cidade faz parte das discussões afeitas à contemporaneidade. Por mais complicada que possa parecer, a urbe exerce um fascínio inevitável, não somente por despertar o desejo de compreender o momento atual, como também por seu papel como pedra de toque no desfile da complexidade humana. É, nesse sentido, que perceber a cidade diante de sua condição física e de objeto do discurso converte-se em proposta, em tema, em problema, em constituição simbólica para uma representação que busca dar conta da experiência urbana atual e dos discursos que a representam.

A partir dessa perspectiva, a pesquisadora Liliane Vasconcelos de Jesus reflete criticamente sobre as imagens que representam a capital baiana instituídas pela literatura e pela mídia contemporânea. Guiada pelo “fascínio inevitável exercido pela urbe”, o artigo  “Modos de dizer a cidade contemporânea: desafios de ler e escrever Salvador” se coloca na tarefa de propor, tematizar e problematizar a condição física e o discurso sobre a cidade.

Liliane Vasconcelos de Jesus (lilianelilivj@gmail.com) é doutora em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Bahia.

O artigo é um dos destaques da edição nº 33 da Revista e-metropolis.

ABSTRACT

The city is part of the discussions affected by contemporaneity. As complicated as it may seem, the city has an inevitable fascination, not only for awakening the desire to understand the current moment, but also for its role as a touchstone in the parade of human complexity. In this sense that to perceive the city before its physical condition and object of the discourse becomes a proposal, a theme, a problem, a symbolic constitution for a representation that seeks to give an account of the current urban experience and the discursive ones that represent it. From this perspective, the present work seeks to reflect critically on the images that represent the Bahiana capital instituted by literature and contemporary media.

Salvador não é para principiantes. Braços abertos podem afagar ou sufocar. Esse dualismo que se estende numa terceira via, quebrando os princípios da lógica, não clarifica, mas ajuda a enxergar esta cidade. (FILHO, 2014, p. 201)

Acesse o artigo completo “Modos de dizer a cidade contemporânea: desafios de ler e escrever Salvador”.

 

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